A Amazon anunciou que a venda de livros para o leitor eletrônico Kindle já supera a comercialização de obras no formato tradicional. Segundo a empresa, nos últimos três meses foram comercializados 143 livros eletrônicos para cada 100 exemplares de capa dura no mercado americano.
Essa tendência se intensificou em junho, quando a proporção passou a ser de 180 livros eletrônicos vendidos para cada 100 de capa dura. A Amazon não informou o total de obras vendidas.
Os dados não levam em conta as publicações eletrônicas grátis – e a empresa não comentou as vendas dos exemplares em brochuras (mais baratos que os de capa dura). “É impressionante quando você leva em consideração que vendemos livros de capa dura há 15 anos e, para o Kindle, há apenas 33 meses”, disse, em nota, o presidente-executivo da Amazon, Jeff Bezos.
Preços – O fundador do site afirmou que a venda de unidades do Kindle triplicou desde que o preço, no mês passado, foi rebaixado de 259 dólares (462 reais) para 189 dólares (337 reais). No Brasil, contando o frete e as taxas de importação, o aparelho é vendido por 410 dólares (731 reais) – um dos mais caros do mundo. Em países como Hong Kong, o Kindle não paga taxa de importação. Apenas o custo do frete.
No Brasil, com esse desgoverno, não poderia ser diferente. Um presidente apedeuta tem condições de avaliar a importância de livros?